Focus mantém previsão de queda de 4,81% para o PIB este ano

Dólar a R$ 5,45 Já o dólar deve fechar este ano em R$ 5,40 e o ano que vem, em R$ 5,20. Para 2022, a projeção saiu de R$ 4,90 para R$ 5,00 e saiu de R$ 4,90 para R$4,94 em 2023.

As instituições financeiras consultadas pelo Banco Central do Brasil revisaram as projeções econômicas no Boletim Focus desta terça-feira (03/11).

Para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), as projeções saíram de 2,99% para 3,02%. Para 2021, a previsão para o IPCA saiu de 3,10% para 3,11%. Para 2022, as estimativas ficaram em 3,50%. O índice ficou em 3,25% nas projeções para 2023.

A projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) permaneceu em menos 4,81% para este ano. Para 2021, a estimativa saiu da alta de 3,42% para um ganho em 3,34%. As projeções ficaram em alta de 2,50% para 2022 e 2023.

A previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar saiu de R$5,40 para R$5,45 este ano. Para 2021, a projeção ficou em R$5,20. Já para 2022, a projeção saiu de R$4,90 para R$5,00 e saiu de R$4,90 para R$4,94 em 2023.

A projeção para a taxa básica de juros, a Selic, ficou em 2,00% para 2020. Para 2021, ficou em 2,75%. As projeções ficaram em 4,50% em 2022 e 6% em 2023.

A Selic, que serve de referência para os demais juros da economia, é a taxa média cobrada nas negociações com títulos emitidos pelo Tesouro Nacional, registradas diariamente no Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic).

Ao reduzir os juros básicos, a tendência é diminuir os custos do crédito e incentivar a produção e o consumo. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de ficar acima da meta de inflação. Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Fonte: Último Instante

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